AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÍLHAVO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÍLHAVO
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÍLHAVO

quarta-feira, 12 de junho de 2013

JL 1114

Capas JL - JL 1114 nas bancas!

 

 

 

Mia Couto, Um Escritor Abensonhado. Quatro poemas inéditos * A obra 'toda', na análise de  Agripina Carriço Vieira * Mia através  das suas palavras no JL
José Saramago A Estátua e a Pedra lido por Carlos Reis
Música erudita
Os Festivais de Verão. Texto de Manuela Paraíso
Fernando Azevedo. Uma obra revisitada
Gradiva, 200 livros de Ciência. Entrevista com Guilherme Valente

Ler mais: http://visao.sapo.pt/jl-1114-nas-bancas=f735092#ixzz2WUMmaV4U

quarta-feira, 5 de junho de 2013

INTERNATIONAL ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANSHIP 2013 CONFERENCE 26 a 30 AGOSTO

image

42nd Annual International Conference incorporating
17th International Forum on Research in School Librarianship

Theme: Enhancing Students’ Life Skills through the School Library

segunda-feira, 3 de junho de 2013

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Aquilino Ribeiro


Aquilino Gomes Ribeiro (Sernancelhe, Carregal, 13 de Setembro de 1885 — Lisboa, 27 de Maio de 1963)
É considerado por alguns como um dos romancistas mais fecundos da primeira metade do século XX. Inicia a sua obra em 1907 com o folhetim "A Filha do Jardineiro" e depois 1913 com os contos de Jardim das Tormentas e com o romance A Via Sinuosa, 1918, e mantém a qualidade literária na maioria dos seus textos, publicados com regularidade e êxito junto do público e da crítica.

No ano em que se assinalam o cinquentenário da morte do grande Aquilino Ribeiro (1885-1963) e os 100 anos da publicação do primeiro livro, a VISÃO traça-lhe uma geografia sentimental, pela obra ou pela vida. Ou por ambas, que em Aquilino as duas sempre se lhe ensarilharam na ponta do aparo.

Foi o escritor de todos os superlativos. Chamaram-lhe mestre, "o poderoso Aquilino", "um dos maiores prosadores da língua portuguesa", "dos mais bem situados nas nossas estantes, de Gil Vicente e Fernão Lopes a Vieira e Camilo", "figura de encruzilhada cultural, entre o primitivismo rural e o amor gratuito da erudição livresca", "de estilo assente na miúda reticulação das fibras que conjuga um mundo recôndito de coisas vindas das retinas, dos tímpanos, das papilas sensitivas à flor da pele e das mucosas"... e toda a adjetivação se torna penosamente frouxa e pleonástica perante o autor de setenta títulos, que viu na sua vida ( sinuosa como no título do seu romance) um inesgotável  alforge para as suas aventuras literárias - e que o trazia sempre preso à ilharga, cheio de campo e seiva e o bichedo das serranias beirãs lá dentro, mesmo quando se viu citadino, "emigrado" em Lisboa, enjaulado em calabouços (por duas vezes),  cosmopolita, exilado em Paris (também por duas vezes), e na Alemanha... Era um cidadão do mundo, mas as raízes da terra nunca lhe largaram os tornozelos. Na sua obra cabe quase um século inteiro, com as suas vezes e revezes. Na  vida coube um romantismo aventuroso à Victor Hugo, que sempre mostrava peito feito às tiranias e aos despotismos vários. Não se vergava nem às sotainas da sua adolescência, nem aos ferrolhos das prisões, nem a juízes, monarcas ou ditadores.  E quantas vezes, nas suas lamúrias maternais, ele escutara: "É um homem perdido!" E afinal...  eis a maestria de um escritor que talhava as frases num apuro de técnica e perfeição, que trouxe o campo e os cumes mais ariscos à cidade, e em cada linha destampou os cofres fortes das palavras, não as deixou lá ficar, embalsamadas, no bafio do esquecimento. E resgatou-as, reinventou-as, completou-as, ressuscitou-as, "com uma veracidade verónica , graças à perfeição de escrita alcançada nos últimos livros, em que o seu barroquismo visceral se tornara num fio de luz de simplicidade riquíssima - guia seguro por labirintos em que a treva adquiria o depuramento de cristal"( José Gomes Ferreira). A acompanhar as cerimónias oficiais (debates, conferências em Portugal e Paris - 19 de Março, 22 de Maio - , visitas guiadas pelos lugares marcantes da sua vida, por Henrique Monteiro Henrique Monteiro, na Beira, e Mário Cláudio, no Minho - 20 e 21 de Abril-, segue-se um outro itinerário pela seiva que também corria na circulação sanguínea de Aquilino, e suas hastes, nódulos, troncos e ramificações. 175px-Signature_Portuguese_writer_Aquilino_Ribeiro
Ler mais: http://visao.sapo.pt/aquilino-ribeiro--a-arvore-da-vida=f717056#ixzz2Ug1ORKPB

JL 1113


 

 

 

Nuno Júdice - Viagem ao Centro do Poema. Entrevista com o vencedor do Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana 2013. Três poemas e dois caligramas inéditos. Textos sobre a sua poesia e a sua ficção  
Herberto Helder Um (novo) 'poema contínuo'. O livro Servidões, já lido por António Carlos Cortez
Loureiro dos Santos. Os militares e o poder, uma análise do livro de  E. Lourenço
Escritores portugueses em digressão no Brasil  
J/Educação O centenário de João dos Santos Evocação e inédito 

Ler mais: http://visao.sapo.pt/jl-1113-nas-bancas=f732450#ixzz2WUOhUzv1