quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Ílhavo a Ler +
1ª fase - Agrupamento de Escolas de Ílhavo
1º ciclo:
Simone Marques de Jesus EB Gafanha da Aquém2º Ciclo:
Tiago Almeida França CE Pranto
André Fernandes Moreira CE Coutada
Catarina Oliveira 6º D3º ciclo – EBJFPB:
Denise Ferreira 6º F
Carolina Fernandes 5º E
Sofia Oliveira Santos 9º B3º ciclo – ESDJCCG:
Ana Catarina Valente 7º C
Beatriz Torrão Pinho 8º ASecundário:
Inês São Marques Monteiro 8º A
Paulo Ricardo Valério 9º C
Mariana Ferreira Alão 12º A
João Paulo Silva Correia 12ª C
Beatriz Mendes Fernandes 11º A
terça-feira, 19 de novembro de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
JL 1114
Mia Couto, Um Escritor Abensonhado. Quatro poemas inéditos * A obra 'toda', na análise de Agripina Carriço Vieira * Mia através das suas palavras no JL
José Saramago A Estátua e a Pedra lido por Carlos Reis
Música erudita
Os Festivais de Verão. Texto de Manuela Paraíso
Fernando Azevedo. Uma obra revisitada
Gradiva, 200 livros de Ciência. Entrevista com Guilherme Valente
Ler mais: http://visao.sapo.pt/jl-1114-nas-bancas=f735092#ixzz2WUMmaV4U
quarta-feira, 5 de junho de 2013
INTERNATIONAL ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANSHIP 2013 CONFERENCE 26 a 30 AGOSTO
42nd Annual International Conference incorporating
17th International Forum on Research in School Librarianship
Theme: Enhancing Students’ Life Skills through the School Library
segunda-feira, 3 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Aquilino Ribeiro
É considerado por alguns como um dos romancistas mais fecundos da primeira metade do século XX. Inicia a sua obra em 1907 com o folhetim "A Filha do Jardineiro" e depois 1913 com os contos de Jardim das Tormentas e com o romance A Via Sinuosa, 1918, e mantém a qualidade literária na maioria dos seus textos, publicados com regularidade e êxito junto do público e da crítica.
No ano em que se assinalam o cinquentenário da morte do grande Aquilino Ribeiro (1885-1963) e os 100 anos da publicação do primeiro livro, a VISÃO traça-lhe uma geografia sentimental, pela obra ou pela vida. Ou por ambas, que em Aquilino as duas sempre se lhe ensarilharam na ponta do aparo.
Foi o escritor de todos os superlativos. Chamaram-lhe mestre, "o poderoso Aquilino", "um dos maiores prosadores da língua portuguesa", "dos mais bem situados nas nossas estantes, de Gil Vicente e Fernão Lopes a Vieira e Camilo", "figura de encruzilhada cultural, entre o primitivismo rural e o amor gratuito da erudição livresca", "de estilo assente na miúda reticulação das fibras que conjuga um mundo recôndito de coisas vindas das retinas, dos tímpanos, das papilas sensitivas à flor da pele e das mucosas"... e toda a adjetivação se torna penosamente frouxa e pleonástica perante o autor de setenta títulos, que viu na sua vida ( sinuosa como no título do seu romance) um inesgotável alforge para as suas aventuras literárias - e que o trazia sempre preso à ilharga, cheio de campo e seiva e o bichedo das serranias beirãs lá dentro, mesmo quando se viu citadino, "emigrado" em Lisboa, enjaulado em calabouços (por duas vezes), cosmopolita, exilado em Paris (também por duas vezes), e na Alemanha... Era um cidadão do mundo, mas as raízes da terra nunca lhe largaram os tornozelos. Na sua obra cabe quase um século inteiro, com as suas vezes e revezes. Na vida coube um romantismo aventuroso à Victor Hugo, que sempre mostrava peito feito às tiranias e aos despotismos vários. Não se vergava nem às sotainas da sua adolescência, nem aos ferrolhos das prisões, nem a juízes, monarcas ou ditadores. E quantas vezes, nas suas lamúrias maternais, ele escutara: "É um homem perdido!" E afinal... eis a maestria de um escritor que talhava as frases num apuro de técnica e perfeição, que trouxe o campo e os cumes mais ariscos à cidade, e em cada linha destampou os cofres fortes das palavras, não as deixou lá ficar, embalsamadas, no bafio do esquecimento. E resgatou-as, reinventou-as, completou-as, ressuscitou-as, "com uma veracidade verónica , graças à perfeição de escrita alcançada nos últimos livros, em que o seu barroquismo visceral se tornara num fio de luz de simplicidade riquíssima - guia seguro por labirintos em que a treva adquiria o depuramento de cristal"( José Gomes Ferreira). A acompanhar as cerimónias oficiais (debates, conferências em Portugal e Paris - 19 de Março, 22 de Maio - , visitas guiadas pelos lugares marcantes da sua vida, por Henrique Monteiro Henrique Monteiro, na Beira, e Mário Cláudio, no Minho - 20 e 21 de Abril-, segue-se um outro itinerário pela seiva que também corria na circulação sanguínea de Aquilino, e suas hastes, nódulos, troncos e ramificações. 
Ler mais: http://visao.sapo.pt/aquilino-ribeiro--a-arvore-da-vida=f717056#ixzz2Ug1ORKPB
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